Notícias Internacionais

Homens armados tomaram de assalto a Universidade de Garrissa, localizada em Garrissa, no Quénia, na quinta-feira, 2 de abril, tendo abatido a tiro 147 pessoas.

Os membros do grupo terrorista Al-Shabab tomaram expressamente como alvo os estudantes cristãos, incluindo 10 estudantes Adventistas. Entre estes estava Eric Nyumbuto, o líder dos estudantes Adventistas no Campus universitário. Stanley Rotich, um membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Garrissa, testemunhou que se encontrava num edifício próximo quando ouviu os tiros, o que o levou a telefonar a Eric Nyumbuto. A chamada terminou abruptamente, quando o telefone foi desligado. Mais tarde, Rotich soube da morte do seu amigo às mãos dos terroristas. Durante o ataque, cerca de 500 estudantes conseguiram fugir, mas muitos outros ficaram seriamente feridos. Um dos primeiros polícias a responder ao ataque foi Philmon Okal, também membro da Igreja Adventista de Garrissa. “As palavras não podem descrever como foi horrível viver esta experiência. Mas este ataque lembra-nos de que a Segunda Vinda de Cristo está muito próxima”, disse Okal. “Devemos continuar a aguardar o dia em que não haverá mais violência, morte e destruição.” Várias pessoas foram detidas por estarem ligadas ao ataque e o governo do Quénia prometeu que levará prontamente essas pessoas a tribunal, para serem julgadas pela sua cumplicidade no ataque. Este foi o ataque mais mortífero no Quénia em mais de duas décadas. O grupo Al-Shabab, que reivindicou a autoria do atentado, é o mesmo grupo que lançou um ataque contra o Centro Comercial de Westgate em Nairóbi, capital do Quénia, em 2013.

ANN | Ad7 Notícias